ENCONTRO - O FAZENDEIRO FOGOSO

Nos encontramos próximo a hora do almoço, para irmos juntos a um restaurante bater um papo e nos conhecermos melhor. Falamos muito sobre fantasias sexuais, seus desejos... Mas nesse encontro ele gostaria primeiro de me conhecer melhor e saber se eu topava realizar seus fetiches.  Após o almoço, com o melhor de Ribeirão, aquele chopp geladinho. Hora de irmos ao ponto. Saímos do restaurante e fomos direto para o motel.

Ele  havia reservado um quarto para nós, assim que entramos me abraçou forte por trás deu um beijo em meu pescoço, me arrepiando todo. Me virei, dei um beijo naquela boca que estava desejando desde de o primeiro momento que  o vi. Fomos nos beijando até chegarmos sobre a cama, nos deitamos começamos as nos despir. Ele tirava minha roupa com força, mal desabotoou minhas calças e já foi tirando elas, junto com a cueca, os sapatos...  tirou minha camiseta, em seguida toda a sua roupa. Ele estava sedento por sexo, à dias não gozava. 

Me virando  de costas, sem pensar duas vezes lubrificou meu rabo, colocou a camisinha e socou dentro de mim. Parecia um animal ( assim que ele gostava de ser chamado), me dominando e socando forte em meu cu. Dava bombadas, pedia pra empinar meu rabo no alto, pra  socar lá no fundo, dava tapas e falava: 

- Vai minha puta, geme pro teu macho, geme pro teu animal. Quero acabar com esse cuzinho. ME DÁ ELE PORRA. 

Eu empina e rebolava naquela cacete duro, gostoso, e cada vez mais aquele macho socava forte em mim. Não parava, seu pau parecia um ferro, e quanto mais socava mais duro ficava, aquilo foi me deixando de pernas bambas, mal conseguia empinar mais meu rabo, ai sim ele gostava:

- Tá ficando cansadinha vadia?, quero esse cu, me dá vai...!!!

Era me foder que ele queria? Então ele iria ter  o que queria, Sai debaixo dele, fui o seu lado, fiquei de quatro empinando meu rabo e falando pra ele: 

- Então vem, soca que eu quero é pau no cu, mete, mas mete que nem macho porra. Soca fundo, soca tudo. VAI CARALHO!!!. 

Ele ficou louco com isso, dava gemidos e tapas no meu rabo, me segurava forte na cintura: 


- Vou encher esse cu de porra , empina ele empina, engole meu pau caralho, vai. Isso vadia.

Ele estava indo ao delírio... eu bem safado escapei  dele, fui até uma poltrona que estava ao lado da cama, empinei meu cu e disse: 

- Me fode aqui, vem, mete no meu cu.

Ele veio com o pau duro pro meu lado, me empurrou sobre a poltrona, encostou seu pau no meu cu  e enfiando ele dizia: 

- Vou meter sim, vim aqui pra isso, quero esse cu só pra mim. 

E socava, com força, feito macho, bruto, dava tapas, segurava forte. Não gostava  de ser contrariado, ali ele era o macho e quem mandava era ele. 

Me virou de frente me puxou até sua boca me dando um beijo e disse:

- De joelhos, chupa meu pau, mama teu macho, mama. 

Segurei firme com as duas mãos aquele pau, e engoli centímetro  por centímetro. Com sua mão por trás da minha cabeça ele forçava minha boca naquele caralho. E gemia falando:


- Mama porra, mama, vai caralho, engole tudo.... vou gozar porra. 

Parei de chupar na hora. Ele segurou o gozo e me disse:

- Não  deveria ter feito isso, não gosto de ser contrariado sua puta, agora você vai ver.

Me levou pra cama me  jogou sobre ela de bruços e veio com seu pau socando de uma vez e falando:

- Agora vou encher esse cu de porra, vadia. Geme, geme... isso grita no pau do teu homem, grita. 

Caralho, ele estava a mil, socava e eu gemia forte, alto, desejando ainda mais aquele homem. Dei uma travada com meu rabo no seu pau, forcei meu cuzinho e ele anunciou:

- Filha da puta, vou gozar. 

E jorrou porra, que gozada, ele gritava feio um animal enquanto soltava a porra no meu cu. 

Saindo de cima de mim se encostou na parede  com as mãos na  cabeça e disse:

- Que isso cara, que foda é essa! Olha meu pau pingando porra. 

E tirando a camisinha cheia de porra dava pra ver seu pau com a cabeça  vermelha e toda gozada de tanto meter.

Me virei sobra a cama ofegante e com a bunda ardendo e disse:

- Rapaz, quando você me disse no almoço que era fazendeiro, meio bruto, e gostava  de ser um animal na cama não imaginei q fosse pra tanto. 

Ele se sentou do meu lado deu risada me abraçou me deu alguns beijos e disse:

- Te machuquei, peguei pesado com você? Me desculpa, é que não consegui me controlar você tem um cu muito gostoso.

Ai quem deu risada foi eu.

- Rapaz, estava brincando! Quer mais ? Eu te dou, você é um tesão. 

- Se eu quero? Claro que sim, mas hoje infelizmente não vai dar mais. Preciso voltar pra casa. mas antes vamos relaxar um pouco na  banheira, você topa? 

Fomos para banheira, e lá ficamos de caricias, beijos ... fiquei encantado  com ele, bruto na cama,  mas também sabia como ser carinhoso gentil e muito atencioso. Terminamos nossa banheira, nos secamos, nos trocamos e fomos de volta ao ponto de encontro onde nos despedimos, mas antes ele me disse:

- Assim que chegar em casa me avise, vou te mandar uma proposta de fetiche, não tenho coragem de falar agora. 

Fiquei curioso, e assim que cheguei em casa perguntei a ele  o que seria.  

E posso falar, até eu tô curioso pra saber como vai ser. Nosso próximo encontro já esta  agendado, e esse fetiche dele vai ser FODA, literalmente. 



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